Como planejar uma viagem passo a passo?

2019-09-25T19:54:02-02:00

Fará o planejamento de sua viagem sozinho? Mas como planejar uma viagem passo a passo?

Veja neste post algumas dicas sobre: escolha do destino, orçamento e um check-list de viagem com documentos e procedimentos para você não esquecer de nada.

Então, por onde começar?

Sabemos que viajar é uma paixão e muito pessoal.

Preferências, orçamento, tempo, destino,  transformam cada viagem em experiências distintas.

Por isto, a resposta para muitos questionamentos no planejamento de sua viagem será: depende.

Do lugar, do que se pretende, das pessoas que viajam junto.

Na fase inicial de seu planejamento de viagem, o que vai te ajudar é definir duas coisas principais: destino e orçamento.

1- DESTINO

A primeira pergunta de um planejamento de viagem é: para onde?

Aqui a decisão será, muitas vezes, de acordo com o orçamento. Mas para facilitar a escolha leve em consideração dois fatores iniciais:

Otimize seu roteiro de viagem

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1.1- ÉPOCA DO ANO/CLIMA:

Alta temporada significa preços maiores e muitas filas.

E o clima pode te pegar de surpresa. Chuvas, temperaturas muita altas ou muito baixas podem impedir certos passeios.

Se você odeia frio, viajar em janeiro para o hemisfério norte exigirá muita adaptação.

Já em julho o excesso de calor e turistas pode desanimar e impedir prazerosas caminhadas.

Então nada melhor que escolher a época certa para cada destino.

Para a Europa, por exemplo, a primavera (abril, maio) e o outono (outubro, novembro) são as épocas mais indicadas.

1.2 – DURAÇÃO DA VIAGEM/DIAS EM CADA DESTINO:

Quando estiver planejando uma viagem, incluir mais este ou aquele destino (logo ali) será tentador.

E sabe aqueles pacotes de 15 dias na Europa, passando por diversos países? Para alguns, pode ser uma furada.

Claro que nem sempre temos possibilidade de fazer várias viagens e queremos aproveitar ao máximo.

Grandes cidades como Paris, Londres, exigem de 4 a 5 dias para que você conheça o mínimo.

Em cidades médias 2 noites podem ser bem aproveitadas.

Antes de prosseguir com o planejamento faça uma lista de cidades desejadas e pesquise também os arredores. Pequenas cidades podem surpreender.

Mas não queira incluir, todos os vilarejos lindos indicados por aí, muitos deslocamentos podem também encarecer a viagem. Eleja prioridades.

Montar uma base e fazer alguns ¨bate-e-volta¨ economizam tempo com check-in e check-out.

Há diversos aplicativos que te ajudam a organizar um roteiro. Um deles é o Travefy, um aplicativo para profissionais, mas que tem um free trial que poderá ajudar.

Agora, com um roteiro desejado já rascunhado é hora de encaixá-lo no orçamento.

2- ORÇAMENTO

Lembre-se: o seu modo de viajar determinará a média de gastos diários.

Para você já incluir uma prévia no planejamento de sua viagem e preparar o bolso, podemos dividir o orçamento de uma viagem em cinco grandes custos:

  • passagem aérea
  • hospedagem
  • refeições
  • transporte
  • custos extras
Compre moedas locais aos poucos

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2.1 – PASSAGEM AÉREA

  • Pesquisa:

Nada como a antecedência e um pouco de pesquisa para melhores preços, assentos, etc. Acompanhe semanalmente os preços nos sites das Cias aéreas ou cadastrando-se em sites que estão ligados às ofertas deste mercado. Como por exemplo, o site Melhores Destinos. Mas atente-se aos preços muito baixos, sempre haverá algum porém. Há bilhetes que não dão direito à bagagem ou possuem conexões longas e complicadas.

  • Conexões:

Um voo para a Europa com conexão nos EUA, por exemplo, vai exigir um visto americano. Evite conexões malucas que mudam de aeroporto ou com muitas horas de espera. Se você não for um passageiro com direito a entrar em uma sala Vip, verá que os preços de refeições ou até de uma água em aeroportos são um verdadeiro assalto.

Em contrapartida há conexões do tipo Stopover que permitem parar em algumas capitais sem custos adicionais. Imagine parar em Paris por 3 dias antes de seguir sua viagem à Amsterdam? Vale ressaltar que não estão inclusos os custos destes 3 dias de parada nestas cidades, apenas o voo para prosseguir viagem. Fique atento se precisará se deslocar por conta própria para pegar uma conexão em outro aeroporto.

  • Aeroporto:

Outro fator a se observar é a localização do aeroporto. Há mais de uma opção em cidades grandes. Sair de um aeroporto distante pode ficar mais caro que a diferença da passagem para um aeroporto mais próximo. O deslocamento também deve ser levado em conta para voos de madrugada. Avalie se será fácil chegar ao aeroporto, se vale madrugar e ficar sem café da manhã.

Em férias, em uma cidade que você não conhece bem, compensa?

2.2 – HOSPEDAGEM

Hotel ou apartamento? De novo, depende do objetivo da viagem ou da quantidade de pessoas. Sim, quando estiver planejando sua viagem pense também nas preferências dos acompanhantes.

  • Hotel:

Avalie se nesta viagem querem conforto, não pretendem cozinhar e gostam de ter vários serviços à disposição como restaurante, piscina, academia, etc. Acredito que para uma ou duas noites o hotel é mais prático e rápido. Pesquise sempre as avaliações de viajantes quanto à limpeza e localização. Estar bem localizado pode gerar uma economia de tempo e dinheiro maior que a diferença das diárias de um hotel mais afastado. Já o café da manhã pode ser muito caro em alguns hotéis.

Quer pagar a comodidade ou a cafeteria da esquina pode também te fazer feliz?

  • Apartamento:

Pode ser uma boa para se ter a experiência de um morador local, para muitos dias na mesma cidade com uma hospedagem mais em conta. Se a família é grande, se estiver com um grupo de amigos ou for ficar mais de uma semana em Paris, por exemplo, que é uma cidade cara, alugar um apartamento (bem localizado) pode ser a melhor opção para o orçamento.

  • Tipo de reserva:

Pagar antecipado ou no check-in com cancelamento grátis? São decisões que interferem diretamente no orçamento. Particularmente, como agendo tudo com muita antecedência, prefiro reservar a diária com opção de cancelamento e pagar somente no check-in, mesmo que saia um pouco mais caro. Imprevistos acontecem e não gosto da ideia de perder todo o valor. Mas se o orçamento está pedindo uma redução é bom avaliar o risco, já que muitas redes oferecem descontos e opção de parcelamento para pagamento antecipado.

No Airbnb, há contratos com prazos e taxas distintas para o cancelamento. Fique atento às regras da acomodação e avaliação dos outros usuários.

2.3 – REFEIÇÕES

Aqui a gente pode fazer aquela gangorra no orçamento. Gastar mais em uma refeição e economizar na outra. O que não significa pular refeições.

Prove a culinária local.

Prove a culinária local.

  • Valor diário:

Cada região exigirá um valor diário diferente. Uma refeição em Lisboa pode ser mais em conta do que em Londres ou Paris. O Ricardo Freire, do site Viaje na Viagem, já aconselhou uma média de 65 a 100 euros por pessoa na Europa. Já viajei com menos que isso, claro que passando bem longe das estrelas Michelin.

  • Almoço ou Jantar? 

Como gosto de aproveitar mais as cidades durante o dia e descansar à noite para, no dia seguinte, recomeçar as andanças renovada, costumo dar preferência aos almoços (mais baratos) do que aos jantares em restaurantes. Na França, por exemplo, é muito comum os restaurantes oferecerem as Formules ou Plat du jour. São refeições compostas de entrada + prato principal; prato principal + sobremesa ou ainda os três juntos, por valores bem reduzidos em relação ao jantar. E um croque madame em qualquer café da cidade também salva o dia.

Avalie o que é mais importante para você e seus acompanhantes, conhecer um restaurante estrelado ou um museu famoso? Se possível os dois, lógico! Se o orçamento permitir.

  • Piquenique ou Estrelas Michelin?

E se você, como eu, não gosta de cozinhar em viagens, esta é uma forma de economizar nas refeições. Ao final do dia, passar em um supermercado, pegar um vinho e alguns petiscos pode sair bem mais em conta e também te fazer feliz. Mas não fique na neura. Economize em alguns dias e aproveite pequenos prazeres, incluindo também em seu planejamento de viagem experiências gastronômicas ou culturais diferentes.

Talvez um típico chá da tarde inglês? Ou um jantar romântico em um barco pelo Rio Sena? Toda viagem merece algo especial.

2.4 -TRANSPORTE

Já mencionamos que quanto mais deslocamentos, mais custos. Sabe aquele pinga pinga de cidades que muita gente coloca em seus roteiros? Exige atenção em relação aos custos e organização com transportes.

Dirigir em viagens tem vantagens e desvantagens

Dirigir em viagens tem vantagens e desvantagens

  • Táxi ou transporte público?

Sair do aeroporto pode ser bem mais simples em grandes cidades. Muitas possuem diversos tipos de transportes públicos interligados aos terminais. Em minha primeira viagem internacional, por insegurança e falta de pesquisa, contratei um transfer particular para sair do aeroporto de Londres. Hoje vejo que não era necessário. Há muita informação na internet sobre como sair dos aeroportos e seus custos. Se optar por muitos dias em uma mesma cidade pesquise por bilhetes múltiplos ou passes de transporte que podem ser mais baratos e adquiridos já no aeroporto.

Trens, ônibus, metrô podem ser opções mais fáceis do que a gente imagina (se você não estiver com um caminhão de bagagens). Viaje leve e tudo ficará mais fácil!

  • Trens: 

Avalie se a região que pretende visitar é servida por trens que, lhe darão comodidade e rapidez. Ou se o carro lhe dará mais liberdade. Mas para sair das capitais ou visitar o interior há regiões com trens de alta velocidade, muito mais rápidos que a viagem de carro. Eu sempre dou preferência aos trens e compro os tickets diretamente nos sites das operadoras locais, como a SNCF francesa. Funciona como as passagens aéreas onde a antecedência garante melhores preços e assentos. Já cheguei a pagar 12 euros em um bilhete que na estação, no dia da viagem, custaria 67.

No caso da SNCF, você pode reservar o seu assento e imprimir o bilhete pela internet ou também utilizar o aplicativo da operadora para acompanhar os horários dos trens. Ou ainda validar seu ticket adquirido pela internet com o fiscal, utilizando um QR code (dependendo da cidade) sem necessidade do papel.

  • Aluguel de Carro:

Se você optar pelo aluguel de veículos, reserve também com antecedência, assim escolherá com calma as coberturas e o tipo de veículo. Mas evite o carro em grandes cidades. O trânsito e a dificuldade de estacionar só causam stress, além de pagar pedágios e ter que ficar com o olho só no GPS (pago à parte na maioria das locadoras).

E em caso de viagens internacionais é prudente fazer, em qualquer Detran, a carteira de habilitação internacional (PID). Muita gente diz que nunca pediram o tal documento em alguns países, mas é sempre bom garantir.

2.5 – CUSTOS EXTRAS NO PLANEJAMENTO DE VIAGEM

Quando estiver planejando sua viagem, cortar aqui ou ali pode parecer simples. Mas alguns dos itens abaixo são necessários ou até irresistíveis e encarecem bastante a média de gastos diários em uma viagem. São eles:

  • Ingressos de atrações:

Algumas cidades possuem passes fura fila (consulte as regras) para diversas atrações ou para quem fica mais tempo no local. Hoje, a maioria dos museus, castelos e atrações turísticas permitem a compra do ingresso antecipado pela internet. Tempo é coisa preciosa em viagens. Consulte o site oficial de cada atração.

  • Presentes e lembranças de viagem:

A gente quer sempre trazer alguma coisa, seja um produto local ou um souvenir (e muitos livros!). Isso sem contar as opções no free-shop e os presentes para toda a família. Aqui o orçamento pode ser bastante restrito, afinal , a gente quer sempre viajar de novo. E logo!

  • Conexões (chips ou planos):

Este item deve ser pesquisado com antecedência. Operadoras no Brasil já disponibilizam pacotes para conexões no exterior, mas ainda caros. Há possibilidade de receber em casa chips para conexão wi-fi no exterior e já sair conectado do aeroporto. Ou ainda comprá-los no destino, das operadoras locais em estações, cafés ou tabacarias.

  • Seguro viagem e documentos:

Se você ainda não tem passaporte vai ver que a taxa para requerê-lo não é baixa. E viajar ao exterior sem um seguro contra acidentes ou doenças é um risco alto ou praticamente impossível (as imigrações o exigem). Acredito que estes custos devem ser considerados obrigatórios e não extras em seu planejamento de viagem.

Veja mais detalhes sobre documentos obrigatórios no check-list de viagem, logo abaixo.

Bilhetes aéreos podem só incluir bagagem de mão. Evite custos extras.

Bilhetes aéreos podem só incluir bagagem de mão. Evite custos extras.

Check-list de viagem

Tem medo de esquecer algo importante no dia da viagem?

Fazer um check-list pode ajudar na organização da sua viagem, principalmente se for para um destino internacional.

Anote o necessário e vá eliminando-os de sua lista à medida que os providencia ou coloca-os na mala que utilizará em sua viagem.

Para ajudá-lo a não esquecer o essencial, vou dividir este check-list de viagem em dois segmentos principais: documentos e malas.

1- Documentos para sua viagem

Alguns documentos deste check-list de viagem são necessários para passar por imigrações, outros terão que ser providenciados com antecedência. Anote aí:

  • Passaporte:

Alguns países exigem que ele tenha validade de no mínimo mais 6 meses após a data prevista para seu retorno. Se você ainda não tem seu passaporte veja como agendar seu requerimento na receita federal aqui.

  • Seguro Viagem:

Em caso de doença ou acidente no exterior ter um seguro é essencial. Algumas imigrações não permitem o ingresso no país sem um seguro (há variações de coberturas mínimas exigidas). Há muitos seguros que incluem também os problemas com bagagens, além de outros serviços. Alguns cartões de crédito oferecem o seguro caso você tenha pago a passagem aérea com este cartão. Se não é seu caso ou a cobertura não atingir a desejada, pesquise em uma corretora de seguros. Veja aqui as opções oferecidas pela GHP Corretora.

  • PID:

Quem é habilitado para dirigir no Brasil poderá requerer a sua carteira internacional no Detran de sua cidade. Cada estado tem seu procedimento e tarifas para a solicitação da PID. Ela é um documento traduzido em vários idiomas. Há quem diga que nunca precisou mostrá-la, mas é bom evitar problemas. Veja como solicitá-la em SP aqui. É prudente também sair do Brasil já com a reserva de locação de veículo.

  • Vacinas:

Alguns países exigem também a comprovação de determinadas vacinas, como febre amarela, por exemplo. Veja como retirar seu comprovante de vacinação no site da Anvisa.

  • Comprovantes de Hospedagens:

As imigrações podem questionar onde você pretende se hospedar. Então imprima suas reservas de hospedagens. E se viajar para a casa de amigos ou familiares será necessário apresentar uma carta convite assinada por quem irá hospedá-lo.

  • Cópias de documentos:

Os muito precavidos tiram fotos de documentos e enviam para eles mesmos por e-mail para facilitar as coisas em caso de perda. Há quem viaje com mais de um documento de identificação e deixam um deles no cofre do hotel durante toda a viagem, se perderem um, podem embarcar com o outro (viagens nacionais). Há quem deixe uma cópia do passaporte no hotel (não servirá para o retorno). Já ouvi gente dizer que deixam o original e andam com uma cópia nas ruas. Mas é prudente ter sempre seu passaporte original em mãos. Pra evitar os batedores de carteira (muito comuns na Europa) guarde-o em uma doleira junto ao corpo.

  • Liberação do Cartão de Crédito Internacional:

Se você não pedir a liberação de seu cartão de crédito internacional para a operadora, informando o período e os países que irá visitar, suas compras serão recusadas. Então, mesmo que não queira utilizá-lo, devido às altas taxas ou conversões desfavoráveis, é importante levar um cartão de crédito liberado para uso emergencial. A liberação hoje é muito fácil pela internet ou telefone.

  • Moeda Local:

Veja em sua planilha de orçamento quanto pretende gastar por dia e compre com antecedência, aproveitando as melhores cotações. Mesmo que você pretenda pagar tudo com seu cartão de crédito, muitas imigrações exigem que você tenha um mínimo diário em moeda local. Não deixe para comprar no destino ou em aeroportos onde a cotação será pior (exceto em caso de moedas que não tenham muita comercialização aqui). Vale lembrar que valores superiores a R$ 10.000,00 em espécie devem ser declarados.

2- Preparando as malas

Já dissemos aqui que viajar leve é a melhor escolha.

Muitos deslocamentos com malas enormes te darão dor de cabeça. Em em viagens de trens de alta velocidade, por exemplo, em que você mesmo embarca com sua bagagem, o tamanho máximo permitido é uma mala M.

E lembre-se que aquela passagem aérea em promoção pode não incluir bagagem. Fique atento aos custos adicionais.

Aqui vão os principais itens deste check-list de viagem para o quesito malas, para te ajudar a não esquecer o essencial:

Trens não comportam malas grandes

Trens não comportam malas grandes

  • Remédios:

A compra de qualquer medicamento no exterior exige sempre receita médica local. Então é muito importante que você inclua neste check-list de viagem a compra dos medicamentos necessários. Leve uma mimi farmácia com os remédios de uso habitual (de preferência com a receita de seu médico) e outros que eventualmente possa precisar (analgésicos, antitérmicos, band-aid, etc).

  • Itens de higiene ou maquiagem:

Estes sim podem ser adquiridos no local para não pesar na mala. Opte por frascos menores ou miniaturas (lembre-se que embalagens com líquidos com mais de 100 ml são barrados). Não exagere!

  • Roupas sapatos e acessórios: 

Um look diferente para cada dia de viagem? Não é necessário. Alguns dias antes de seu embarque consulte a previsão do tempo no local e planeje possíveis looks. Opte por tecidos que não amassem, cores neutras e que combinem entre si e deixe que lenços ou colares façam a diferença. Lavar suas roupas em lavanderias das grandes cidades é uma maneira de otimizar a mala. Há diversos vídeos na internet sobre como otimizar os espaços dentro da mala. Ou como utilizar as lavanderias internacionais. Evite sapatos altos ou que nunca foram utilizados. O mesmo vale para roupas apertadas, principalmente para as longas horas de voo.

  • Eletrônicos:

Aqui se encaixam, máquinas fotográficas, celulares, cabos, baterias extras, adaptador universal de tomadas, carregadores e chips ou cartões wi-fi (há possibilidade de sair do Brasil já com um cartão de acesso à internet). Afinal todo mundo quer postar ou mantar aquela fotinho pra mãe. Quem viaja com muitos eletrônicos é bom levar as notas fiscais. Já vi gente dizer que foi taxado por um item que já possuía.

Ufa! Acho que não esqueci de nada. Tomara!

Espero que você faça excelentes escolhas no planejamento de sua viagem. E muitas viagens literárias!

Para te inspirar veja aqui algumas Viagens Literárias que já fizemos.

Bon voyage!

Bon voyage!

Bon voyage!

 

 

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